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Ana Wanke

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Você se comporta de forma ética em ambientes naturais?

Você se comporta de forma ética em ambientes naturais?

20 abril 2018 23 de abril de 2018 Papael KozechenExperiência

Que tal dar uma olhada e ver se você está se conduzindo direitinho quando está em meio à natureza? Participa com ética em ambientes naturais? Segue um resumo do Código de Ética da Montanha da Union Internationale des Associations d’Alpinisme (UIAA) conforme aprovado pela declaração em Porto/2009:

  1. RESPONSABILIDADE INDIVIDUAL: Sendo uma atividade de risco de acidentes, as ações individuais não devem comprometer a segurança das pessoas ao seu redor.
  2. ESPÍRITO DE EQUIPE: Membros da equipe devem estar cientes das necessidades uns dos outros e ajudar mutuamente para o equilíbrio através de compromissos e concessões.
  3. COMUNIDADE DE ESCALADORES E MONTANHISTAS: Todos devem e merecem o mesmo respeito em ambiente de montanha.
  4. VISITA À PAISES ESTRANGEIROS: Comportar-se com cortesia e em harmonia com a cultura local, respeitando à ética e aos estilos locais.
  5. RESPONSABILIDADE DOS GUIAS E LÍDERES: Devem saber e desempenhar seus papéis, assim como respeitar os direitos de outros grupos e indivíduos.
  6. EMERGÊNCIAS E MORTES: Estar preparados para situações que tenham como resultado acidentes graves e/ou morte. Todos os participantes devem estar cientes dos riscos e perigos, bem como, devem estar preparados para ajudar em caso de emergência. As empresas devem advertir seus clientes que os objetivos da expedição pode, ser comprometidos para ajudar os outros em perigo
  7. ACESSO E CONSERVAÇÃO: Lutar pelo acesso consciente das áreas de atividade, agir de forma ambientalmente pertinente e respeitar as regras e restrições de acesso acordados entre os praticantes, autoridades e organizações.
  8. ESTILO: A experiência é melhor do que o êxito, bem como a resolução de conflitos de forma objetiva e tranquila. Evitar deixar vestígios em paredes de rocha ou montanhas.
  9. PRIMEIRAS ASCENSÕES: a primeira ascensão de uma via deve ser feita de uma forma ética, respeitosa e comprometida ao estilo e tradição local. Sempre deve ser relatado com exatidão para poder ser “aceita”
  10. PATROCÍNIO, PUBLICIDADE E RELAÇÕES PUBLICAS: Manter relacionamentos profissionais que visam à ética e ao bem estar na montanha. Sendo responsabilidade da comunidade o ato de informar e educar quanto às práticas do esporte.
  11. USO DE OXIGÊNIO SUPLEMENTAR: Visar sempre a saúde do praticante. Respeitar a opinião e a decisão quanto ao uso ou não de oxigênio suplementar, mantendo sempre o plano da retirada das garrafas usadas.
  12. EXPEDIÇÕES COMERCIAIS GUIADAS EM ALTA MONTANHA: Todos os esforços devem ser feitos para assegurar a segurança e minimizar os riscos e perigos em montanha. Saber reconhecer os limites e habilidades do seu cliente a seu cargo, principalmente em atividades acima de 8000 m ou atividades que ofereçam níveis de resgate limitado.

Órgãos Gestores das atividades junto à natureza

Poucas pessoas, ao estarem em contato com a natureza ou praticando esportes ao ar livre, se dão conta que existem órgãos que fazem a gestão no que tange os temas relacionados à estas atividades. São entidades que legislam, certificam e fiscalizam atividades, materiais, condutas e representam desportistas em assuntos que se façam necessários nestes trâmites.

No nível de montanhismo, escalada e alpinismo, podemos usar como exemplos as Associações e Clubes (representados no Brasil, como o Clube Paranaense de Montanhismo, a Associação dos Montanhistas de Cristo, o Clube Alpino Paulista e o Centro Excursionista Brasileiro) que, por sua vez estão ligados às Federações (como a FEPAM -Federação Paranaense de Montanhismo-, a FEMESP – Federação de Montanhismo do Estado de São Paulo e a FEMERJ – Federação de Esporte de Montanha do Estado do Rio de Janeiro); estas entidades estão ligadas ao CBME ( a Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada); é ela quem dita as normas para o esporte no Brasil. Para fecharmos o organograma, a CBME está filiada a UIAA (Union Internationale des Associations d’Alpinisme/ International Climbing  and Montaineering Federation) que é a Federação máxima internacional nos esportes ligados à montanha.

A UIAA é a Federação Internacional reconhecida pelo COI / IOC (Comitê Olímpico Internacional/ Internacional Olympic Commitee). Ela é a responsável pelas normas de referência mundial, questões éticas, técnicas, formativas e legais; como, por exemplo, a certificação de outros órgãos gestores, certificação de materiais utilizados para à prática de esportes e a forma de como utilizá-los. Ou seja, ela é quem responde pela padronização das coisas ligadas ao Montanhismo e Escalada buscando as melhores práticas.

Portanto, suas normas são utilizadas como balizadoras das condutas daqueles que se submetem aos esportes e atividades ao ar livre em ambiente montanhoso. Ou seja, àqueles que desejam estão conectados à estes ambientes devem seguir uma norma de conduta para que as coisas estejam em harmonia.

Responsabilidade e Espírito de Equipe

A responsabilidade individual (1), o espírito de equipe (2) e a responsabilidade dos guias e líderes (5) no acesso e conservação dos ambientes naturais são três formas de conduta tratadas no Código de Ética da Montanha publicado pela Union Internationale des Associations d’Alpinisme (UIAA), mas são tão importantes que merecem reflexão em qualquer atividade junto a natureza!

Não podemos negar que nossas ecoaventuras oferecem certo risco de acidentes. Por isso, trabalhamos muito para que esses riscos sejam minimizados ou até mesmo anulados. Por vezes visitamos os lugares na véspera de onde os roteiros serão executados; tudo para ter certeza que vamos oferecer um serviço de qualidade.

Assim, o primeiro quesito é a responsabilidade individual ou pessoal:

Não se esqueça: as ações individuais não devem comprometer a segurança das pessoas ao seu redor. Sempre pensamos e treinamos muito para que tudo esteja sob controle e o evento seja muito mais prazeroso do que imaginado. Então quando um de nossos guias solicitar algo para você, por favor, atenda com objetividade. Leia o resumo do Código de Ética da Montanha.

As nossas ações estão ligadas diretamente aos outros companheiros de aventura:

Todos nós precisamos estar cientes das necessidades uns dos outros e devemos nos ajudar mutuamente para o equilíbrio através de compromissos e concessões. Lembre-se: a grande aventura está no caminho para se chegar até o objetivo; e é muito melhor e mais gratificante quando sabemos que todos chegarão juntos pela união do grupo em torno de uma meta.

Claro que o fato de todos se ajudarem não tira a responsabilidade dos guias:

É o líder ou o guia que vai dar a diretriz de como a expedição ou a atividade irá acontecer através de planejamento e treino. Quem já participou de um de nossos roteiros, já percebeu que nós sempre procuramos estabelecer o melhor caminho, com paradas importantes para alimentação, hidratação e descanso. Mas também somos maleáveis de acordo com as condições do grupo ou alguma condição climática adversa.

Como fazemos tudo com muita responsabilidade, é normal que, às vezes, recomendemos para alguns clientes certas ações: algumas simples, como o fato de solicitar para se hidratar, descansar, remover ou adicionar peças de roupa; e outras mais enérgicas como abortar ou abandonar uma atividade em andamento. O mais bacana é saber que você sempre tem a liberdade de escolha e estaremos sempre por perto para lhe oferecer argumentos e ferramentas para você tomar decisões da forma mais assertiva possível.

Essas ações nos levam à uma relação de confiança para que todos os envolvidos se sintam seguros, de ponta a ponta, do participante na aventura aos responsáveis pelas áreas naturais. Esta confiabilidade nos dá crédito quando solicitamos o acesso consciente das áreas de atividade. E nos torna responsáveis, é claro, por respeitar quando alguns acessos não são mais permitidos.

Não podemos esquecer da nossa responsabilidade em agir de forma ambientalmente pertinente e respeitar as regras de conduta e, acima de tudo, respeitar o outro. É por isso que não é conveniente ficar gritando ou fazendo algazarra em trilhas; ou sair usando o apito indiscriminadamente como se não houvesse amanhã.

Por convenção, gritos, assobios e apitos são sinais de perigo ou emergência, usados para chamar atenção. Somos treinados para ficarmos atentos e alertas à estes sinais. Não seria legal mobilizar um atendimento numa situação que é só uma brincadeira, não é mesmo? Barulho é muito chato, assim não incomodar para não ser incomodado é um bom lema para nossas atividades em contato com a natureza.

Mudar nossos hábitos pode ser muito bem-vindo quando buscamos ser um pouco mais “ambientalmente adequados”, como o fato de estarmos abolindo a distribuição de garrafinhas plásticas de água individuais.

Regras de conduta na Trilha

Portanto, listamos algumas regras de conduta para saber como se portar eticamente quando se está em uma trilha. Espero que gostem:

  • Nunca grite, assobie ou apite se não for extremamente necessário ou se não houver alguma situação de risco ou perigo.
  • Quem sobe sempre tem a preferência quanto à quem desce; salvo se o local for uma passagem mais delicada, muito íngreme ou exposta, como uma corda, corrente ou grampo.
  • Jamais jogue ou deixe lixo e resíduos na natureza. O que você levou é responsabilidade sua trazer novamente.
  • Não alimente os animais que encontrar em sua atividade. Isso pode causar problemas ou inconvenientes no futuro.
  • Não faça suas necessidades próximas à cursos ou corpos d’agua. A distância mínima é de 50 metros.
  • Faça tudo com a maior segurança e cuidado, dentro de suas possibilidades. Não se arrisque em demasia.
  • Busque sempre ajudar quando necessário.
  • Procure não andar sozinho ou à frente do guia, salvo se solicitado pelo mesmo.
  • Use vestimentas e materiais adequados às atividades que está realizando.
  • Deixe os locais por onde passou igual ou melhores do que quando encontrou.
  • Respeite os proprietários, moradores, a comunidade e a cultura local.
  • Seja cordial, educado e respeitoso com todos que encontrar.
  • Procure ser silencioso e contemplativo.
  • Peça e/ou busque ajuda sempre que necessário e/ou se sentir vulnerável ou em perigo.
  • Atenda, dentro do razoável, as orientações de indivíduos mais experientes.
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Papael Kozechen
Papael Kozechen
Rafael Kozechen, mais conhecido no montanhismo como Papael, especializou-se em História Paranaense e Cultura Popular, o que enriquece nossos roteiros com seus conhecimentos. Apaixonado pela Serra do Mar, dedicou grande parte de sua vida investigando, explorando e conhecendo a fundo as montanhas como o Marumbi e a região do Pico Paraná.
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