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O Cativeiro

O Cativeiro

18 outubro 2017 19 de setembro de 2017 Papael KozechenInspiração

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”

Este artigo é a parte 6 de 7 da série: “O Pequeno Príncipe” – Pequenas frases que mudam vidas

Nesse trecho do livro, mais uma vez protagonizada por esse personagem que tanto nos ensina, a raposa nos fala sobre a profundidade das relações entre as pessoas. Talvez seja um pouco difícil compreender; eu tive que ler várias vezes esse trecho para tentar decifrar o que aquelas palavras continham e, de tão simples, ou até mesmo por não querermos concordar com essa afirmação, acabamos não compreendendo muito bem sobre nossas responsabilidades com o outro.

Pode ser que sua interpretação seja diferente da minha, mas eis aqui o que absorvi: Enquanto não se é cativado, todas as pessoas são tão iguais quanto as outras 6 bilhões de pessoas que existem no mundo. Não quer dizer que elas não nos valham nada; ou que elas são boas ou ruins. Porém, elas ainda não nos dizem nada, ainda não temos a ciência de que são importantes para nós; portanto, querendo ou não, somos indiferentes à elas. Mas quando nos deixamos cativar ou cativamos alguém, somos responsáveis por essa amizade, pois ela é única no mundo todo. Então, as pessoas das quais gostamos se tornam especiais. Como não ser responsável por isso?

A amizade (parece clichê mas…) é como uma flor que necessita ser regada. Isso não quer dizer que serão necessárias ligações e visitas a quem você estima de hora em hora – (e, por favor, não faça isso para não ser julgado como um “Stalker” –  não quero ter que ficar levando maço de cigarro para ninguém na prisão (risos) -); contudo, é bom saber que você pode contar com alguém ou alguém pode contar com você quando for necessário, ou ter a certeza que alguém está “ao alcance de um grito”, com diz um bom amigo meu.

Por falar nesse amigo, uma coisa legal das amizades são as contrariedades que as relações amistosas contém dentro de si. Por exemplo: O fato dessa pessoa ser minha amiga, não quer dizer que eu concorde com ela em tudo, ou que eu aprove todas as palavras e opiniões dela. Mas é legal saber que posso falar abertamente sobre minha opinião diversa sem ser censurado ou boicotado. Como diz um velho provérbio siciliano: “Somente seus verdadeiros amigos lhe dirão que sua cara está suja”. Portanto, acabamos sendo responsáveis em alertar nosso amigos sobre alguma situação difícil ou constrangedora.

Por falar em responsabilidade; pode até doer ouvir ou pensar sobre isso, mas você é responsável pelas escolhas que toma ao longo de sua vida. Portanto, estar com as pessoas que lhe rodeiam é uma escolha pessoal e intransferível.

Mas atenção: Às vezes temos que cuidar para não irmos longe demais nas relações com o outro. Respeitar os limites de si e do outro é um ato de responsabilidade. Essa é uma lição que temos que aprender cedo ou tarde. E, dependendo da forma de como você opta em aprender, pode doer bastante. – Pode acreditar, a vida vai lhe cobrar isso.

É por isso que sou responsável por você. E acredito que és responsável por mim também.

Ora, se tratando das relações que fazemos em cada atividades juntos, nada do que eu escreva ou fale vai ter a intensidade do que sinto quando penso nos bons momentos que você nos propicia.  São momentos mágicos de verdadeira felicidade. Para mim, em particular, são verdadeiras lições de vida, pois mal sabe você o quanto me fazem crescer tanto no meio profissional quanto nos que tange minha vida particular. É logico que nem tudo são amores e flores; e, confesso, as vezes já senti uma vontade de dar uns chacoalhões em alguns (risos). – E acabo dando (risos maiores). Mas é bom saber que pessoas de carne e osso confiam verdadeiramente em nós e sabem que, no fundo, esses chacoalhões são necessários e fazemo-os porque nos importamos muito e levamos bem à sério o que fazemos de melhor. Somos responsáveis por você, lembra-se?

O importante é saber que mesmo diante de toda a nossa fragilidade e de toda a nossa limitação enquanto seres humanos, amamos o que fazemos e, por consequência, amamos todos vocês; de uma forma tão intensa e tão gostosa, que é difícil de mensurar.  Mas aprendemos que, como a Ana Wanke diz: “Nem sempre fazer aquilo que se ama é fazer aquilo que se gosta de fazer.”

Mesmo assim vocês podem perceber o quão evidente é nosso brilho nos olhos. Porque somos responsáveis pelos nossos atos e por aqueles que nos rodeiam.

Enfim, não vou me estender muito por aqui. Vou dar um tempo para que tudo isso seja digerido por você. – Sim, isso leva um tempo; assim como as outras grandes lições da vida que temos que aprender – ou não.

Espero que eu tenha conseguido te fazer pensar um pouco sobre isso. E, se fiz isso, já valeu a pena ser cativado tantas vezes.

Cativar e ser cativado está dentro dos nossos desejos… e também é uma de nossas especialidades. Quer tentar?


E aí está a sexta parte da série!

Ao escrever essa série – dividida em 7 partes – coloquei muito sentimento em cada linha, em cada pensamento, em cada frase escrita aqui. Tem muito do meu coração em todo esse raciocínio. Espero que essa coluna atinja o seu coração também. Que tal se permitir receber toda essa energia boa?

Então, convido você a dedicar um pouquinho do seu tempo para você mesmo, e tentarei exprimir como singelas frases de um livro infantil podem mudar a sua vida de uma forma incrível. Vamos viajar?

Leia também a primeira, a segunda, a terceira, a quarta e a quinta parte: O Tempo – A Ponte – O Espinho – A Doação – O Invisível

» Baseado no livro “O Pequeno Príncipe” – Antoine de Saint- Exupéry – 1943

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Papael Kozechen
Papael Kozechen
Rafael Kozechen, mais conhecido no montanhismo como Papael, especializou-se em História Paranaense e Cultura Popular, o que enriquece nossos roteiros com seus conhecimentos. Apaixonado pela Serra do Mar, dedicou grande parte de sua vida investigando, explorando e conhecendo a fundo as montanhas como o Marumbi e a região do Pico Paraná.
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