Nesse último sábado, dia 4 de agosto, foi dia de descer a Graciosa! Eu (Ana Wanke), Papael Kozechen e Otávio Freitas fomos os guias deste “gracioso” roteiro. Antes mesmo de começar a contar como foi nossa descida, vou abrir um parêntese para falar do tempo: Começamos a acompanhar a previsão do tempo com 10 dias de antecedência, porque num roteiro como esse não podemos bobear! A estrada possui trechos de paralelepípedo que ficam extremamente escorregadios quando molhados. É claro que às vezes São Pedro dá um “olé” na previsão e manda uma chuva orográfica, bem comum na região. Mas não foi o caso desse sábado, que foi tudo de bom, a começar pelo tempo! Saimos às 14h30 para poder fazer a
Sábado, dia 21 de julho, saímos de Curitiba com um amanhecer lindo, onde pudemos ver no horizonte as montanhas que cercam Curitiba. Eu e o Papael pudemos nomear várias montanhas para nossos clientes, contando algumas histórias que as envolviam. Uma das montanhas que se destacava pela sua dimensão e pelo detalhe das duas “placas”, era o Ciririca. Na verdade as placas do Ciririca tem uma história muito legal, que acabamos dividindo com os participantes do roteiro. De tão legal que é essa história faremos um texto especial sobre ela! Descemos pela Estrada da Graciosa e o tempo estava tão bonito que resolvemos parar num mirante para admirar a paisagem. Toda a cadeia do Ibitiraquiri estava descoberta, podendo ser identificados facilmente
Esse sábado, dia 07.07.2018, saímos cedinho, ainda no escuro e com bastante neblina, em direção à localidade de Borda do Campo em Quatro Barras. Para o longo do trajeto até o início do Caminho, para que o pessoal fosse se aclimatando, já fui explicando algumas partes históricas do Caminho do Itupava, como a presença da Fazenda Jesuíta que abastecia o colégio no litoral, alguns nomes históricos e algumas datas como o do calçamento que possui quase 200 anos. O pessoal saiu bem motivado para o início da caminhada, mas antes conferimos as mochilas e seus ajustes, amarração de botas, ajustes de bastões e passamos as últimas instruções. Essa parte parece chata, mas fundamental para a segurança e conforto de todos. Quando
Fazia muito tempo que estava afastada do Yoga, da medicina ayurvédica e da meditação. No tempo que praticava tudo isso não me sentia preparada para ir à Índia, mas desta vez surgiu a oportunidade de dar uma “esticadinha” pelo norte da Índia. E por que não? Eu estaria no Nepal, ali do ladinho! Não tinha muito tempo para decidir. Rabisquei no papel primeiramente só ir à Varanasi, diretamente de Kathmandu, mas não encontrei voos. Como tinha que passar por Delhi, fui incluindo o Taj Mahal aqui e Rishikesh acolá. Na primeira busca na internet achei um retiro de yoga de uma semana num Ashram, juntinho da nascente do Ganges e que se encaixava exatamente nas datas que eu dispunha. “Puxa
Esse domingo, dia 1 de julho, passamos para o Segundo Semestre de 2018. Como o tempo passa rápido, mas soubemos bem como comemorar essa passagem de semestre! Começamos com uma bela recepção aos nossos clientes, que tiveram cafezinho e chá quentinhos esperando por eles no nosso ponto de encontro. Às 7h00 da manhã seguimos em direção a Morretes, cidade conhecida antigamente como Nossa Senhora do Porto e Menino Deus de três Morretes. Antes mesmo de chegar à cidade, numa estrada rural de chão batido, começamos nossa caminhada entre pequenas chácaras rurais e a mata atlântica, região escolhida por famílias de imigrantes italianos, como os Trombini e Malucelli, se instalarem no final do século XIX. Esse roteiro inédito e lindo foi
Na quinta-feira, dia 28 de junho, saímos de Curitiba num grupo pequeno mas no maior astral, já nos apresentando e nos integrando. Foi uma nova experiência para nossa empresa: um roteiro no meio da semana! Com certeza deu muito certo e vamos repetir o evento no meio da semana, desta vez um passeio ao Parque Estadual do Guartelá. Voltando ao roteiro realizado, chegamos ao Parque Estadual de Vila Velha e fomos direto para os Arenitos, formação resultante do depósito de um grande volume de areia, que aconteceu há aproximadamente 340 milhões de anos, no período carbonífero. Na época a região estava coberta por um lençol de gelo. Como informação adicional, para comprovar que realmente existiu um grande glaciar, pertinho de Vila Velha,
A turma foi chegando naquela tarde de sábado (23/junho). Entre o pessoal, estavam bonitas caipirinhas que estavam prontas para nossa Caminhada com fogueira de São João, além é claro, do charmoso caipira Otávio, que também estava presente. Confira as fotos que publicamos no Facebook. O destino era o município da Lapa, nos contrafortes da Escarpa Devoniana. Como o intuito era ver o pôr do sol no cume do Morro da Peruca, adiantamos alguns quilômetros para não perder nenhum instante. E que pôr do sol!!! Foi um momento in-crí-vel e mágico. Cada um, da sua forma particular, foi curtindo o cair da noite num evento de emocionar qualquer um. Os tons do céu foram mudando rapidamente, ora azul, ora laranja; até
Eram pessoas de idades variadas, vindos de várias partes do Brasil e que em poucas horas de convívio já estavam em sintonia. Algumas com bem pouca experiência em caminhada, ansiosas em meter o pé no Caminho, enquanto outras já estavam caminhando há 620 km desde Saint Jean Piet du Port se juntaram a nós para completar o Caminho de Santiago, que foi o caso do Miike, Prego e Álvaro. Foi uma alegria só, do início ao fim! Parece que foi ontem que essa turma percorreu 155 km do Cebreiro até Santiago de Compostela com a nossa equipe: Ana Wanke e Papael Kozechen. Depois d’eu ter feito tantas vezes o Caminho, participado de cursos na Universidade de Santiago de Compostela sobre
O domingo (17 de junho de 2018) foi fantástico: com sol, temperatura agradável, muita alegria, gente animada, paisagens deslumbrantes! Algumas pessoas estavam em dúvida se o dia seria tão bonito assim, mas aqui na Ana Wanke Turismo e Aventura acompanhamos a previsão do tempo em vários aplicativos especializados. Todos apontavam para um lindo domingo no Agudo de Sapopema, apesar de Curitiba permanecer cinzenta e fria. A galera chegou cedinho no nosso tradicional ponto de encontro. Todo mundo veio bem agasalhado e preparado para continuar a soneca da noite, pois saímos de Curitiba ainda no escuro. O dia foi clareando e à medida que chegávamos perto do início da trilha o sol já se mostrava lindo e a temperatura súper agradável!
Foram quase 20 dias passados somente no norte da Índia. Para fechar minha viagem, como se fosse a cereja do bolo, fui visitar o Taj Mahal, lugar impressionante à margem do rio Yamuna, conhecido como a maior prova de amor do mundo. O lugar é tão especial, com muitas histórias, que me contive em simplesmente postar suas fotos nas mídias sociais e resolvi escrever e descrever com carinho este deslumbrante monumento. Realmente não foi à toa que foi eleito por unanimidade uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. História do Taj Mahal A história do Taj Mahal tem início em meados do século XVII, quando império Mongol dominava a Índia. O imperador Shah Jahan, “O Rei do Mundo”, mantinha tinha várias mulheres












