Séculos depois de São Francisco de Assis, a cidade de Assis voltou a atrair especialmente os jovens por outro nome: Carlo Acutis. À primeira vista, eles parecem muito diferentes. Francisco viveu no século XIII, em meio a guerras medievais e vilarejos de pedra. Carlo viveu no século XXI, cercado por computadores, redes sociais e tecnologia digital. Mas, no essencial, falavam a mesma língua. Um mesmo coração em tempos diferentes Carlo era um adolescente comum: gostava de esportes, programação, videogames. Frequentava a escola, tinha amigos e navegava na internet como qualquer jovem de sua geração. No entanto, como Francisco, buscava coerência. Não separava fé e vida. Sua devoção à Eucaristia era profunda, diária, concreta. Sua simplicidade e alegria marcavam quem o
Em 2026, o mundo celebra os 800 anos da morte de São Francisco de Assis. Um marco histórico que transforma Assis em centro de peregrinação internacional e reacende uma pergunta muito atual: O que podemos aprender, hoje, com um homem que viveu no século XIII? O Ano Jubilar Franciscano não é apenas uma celebração histórica. É um convite à simplicidade, à reconciliação com a natureza e a um novo olhar sobre o essencial. E é nesse contexto que faremos o Caminho de São Francisco, chegando a Assis para participar das comemorações jubilares. Quem foi São Francisco de Assis? Nascido em Assis, na região da Úmbria, Francisco era filho de um rico comerciante. Viveu uma juventude marcada por sonhos de glória
O Caminho de Santiago é um ritual em si. Há séculos, peregrinos vindos de todas as partes do mundo caminham sobre os passos de outros peregrinos, seguindo uma rota marcada que chega a Compostela. Mas ao longo da peregrinação a Santiago realizamos outros ritos como dar três voltas ao redor de um templo para receber sua energia (Eunate), cruzar o Portal da Metade do Caminho (Astorga) ou depositar uma pedra na Cruz de Ferro para deixar para trás as mágoas, angústias do passado e expressar gratidão. Mas se há um lugar no Caminho de Santiago onde o peregrino realiza mais rituais é em Santiago e sua Catedral. Hoje nos aproximamos daquilo que todo caminhante faz ao finalizar seu Caminho. Imortalizar
Localizada no cenário privilegiado do Litoral Norte do Paraná, dentro dos limites da Área de Proteção Ambiental (APA) de Guaraqueçaba, esta ilha é um tesouro de biodiversidade e tranquilidade, encaixada perfeitamente entre o continente e o Parque Nacional de Superagui. Se você busca um refúgio onde a natureza dita o ritmo e a beleza se revela em cada paisagem, a Ilha das Peças é o seu próximo destino. Onde o Nome Encontra a Natureza A origem do nome “Ilha das Peças” é carregada de história local. Reza a lenda que a ilha servia como ponto de desembarque de “peças” — termo que, antigamente, era usado para se referir aos escravizados trazidos da África. Hoje, no entanto, o que marca a ilha não
A vieira é um dos mais antigos e o principal símbolo do Caminho de Santiago, mas como explicar isso se Santiago de Compostela nem mar tem! A concha de Santiago é envolta em lendas e explicações que lhe conferem diversos significados. Ela é associada a motivos práticos, simbólicos e metafóricos. LENDA: Várias são as lendas que falam sobre o significado e a origem da Vieira para o peregrino. A mais famosa remonta passagem do corpo de Santiago por uma praia próxima à foz do rio Lessa, onde havia um vasto areal no lugar chamado de Bouças (designação, até ao início do século XX, do atual concelho de Matosinhos). Esse local foi escolhido pelo grande senhor romano e pagão da região,
Quem não se encanta com as belezas de Machu Picchu, não é? Esse lugar chama a atenção de todos com sua infinita beleza e peculiaridades, mas você já parou para pensar qual a história por trás dessa magnífica paisagem de encher os olhos? Machu Picchu é uma cidadela localizada ao sul do Peru e ao noroeste da cidade de Cusco, a uma altitude média de 2.350m, na província de Urubamba. Foi uma região colonizada pelos povos serranos da região com o intuito de expandir os territórios e designá-los ao uso agrícola. Podemos dividir a história de Machu Picchu em várias partes: Machu Picchu com o povo inca: No ano de 1.440, o então governador inca Pachautec, durante sua campanha em
Um dos primeiros missionários católicos a chegar ao Brasil, o padre José de Anchieta ficou conhecido pelo seu admirável trabalho de catequese dos índios brasileiros. Sua jornada José de Anchieta viveu na Ilha Canária de Tenerife (Espanha) com seus pais e os 11 irmãos até completar quatorze anos, quando se mudou para Portugal. Estudou filosofia no Real Colégio das Artes e Humanidades, que fazia parte da Universidade de Coimbra. José de Anchieta foi um dos escolhidos ainda noviço da Companhia de Jesus para ser enviado para evangelizar a nova terra. No dia 13 de junho de 1553 chegou à região que se tornaria o Brasil, faltando pouco para completar 20 anos. Através do contato com os índios aprendeu a linguagem
Santiago chegou à Península Ibérica (fim do mundo) para cristianizar os povos Celtas. Então vamos conhecer um pouco mais deste povo? Castros são as ruínas ou restos arqueológicos de um tipo de povoado da Idade do Cobre e da Idade do Ferro característico das montanhas do noroeste da Península Ibérica, na Europa. Os povoados eram construídos com estruturas predominantemente circulares, revelando desde cedo a implementação de uma «civilização da pedra», quer nas zonas de granito quer nas de xisto. Quando avistamos pela primeira vez o Castro de Baroña, conseguimos imaginar na mesma hora o passado celta da Galícia – mesmo que até hoje não se tenha certeza sobre sua veracidade. O Primeiro Guerreiro Celta Mesmo que não exista nenhum documento
Há indícios de que os celtas, de fato, habitaram a Galícia durante a idade de bronze, em meados do ano 2000 a.C.. Na Galicia os celtas viviam em povoados fortificados, os Castros, e suas ruínas podem ser encontradas até os dias de hoje, como o Castro de Baroña. Estes povos se intitulavam de “galaicos”, e com a chegada dos romanos a região foi batizada de Gallaecia – que, posteriormente, se tornaria o Reino Suevo de Galícia, Reino de Galícia e, só então, Galícia. Acredita-se que os castros tenham pertencido aos celtas graças a símbolos, como espirais e trisqueis, gravados em pedras que datam a mesma época e adornavam tanto as vivendas, quanto os túmulos locais. Musica Galega A música galega
As Duas Marias foram duas irmãs de que viveram em Santiago de Compostela e ficaram famosas na cidade nos anos 1950 e 1960 por passearem todos os dias juntas vestidas de forma excêntrica e provocando os estudantes. As irmãs, Maruxa e Coralia, estão eternizadas numa escultura no Parque da Alameda de Santiago de Compostela. Elas tornaram-se personagens populares da cidade devido aos passeios que realizavam todos os dias às duas da tarde, a hora em que a maioria dos estudantes iam almoçar e, portanto, quando havia mais movimento nas ruas do centro de Santiago. Coralia, a mais nova e mais alta, era tímida e pouco faladora, enquanto que Maruxa, mais pequena e mais velha, era faladora e falava como se cantasse.












