O Parque Nacional Torres del Paine, no sul do Chile, é um dos cenários mais espetaculares do planeta. Declarado Reserva da Biosfera pela UNESCO, ele reúne montanhas de granito imponentes, glaciares milenares, lagos de cores impossíveis e uma fauna selvagem que parece saída de um documentário.
Nosso grupo de 10 pessoas vai viver essa experiência entre 16 e 26 de janeiro de 2027, na melhor época para visitar a Patagônia. Em janeiro, os dias são longuíssimos (quase 17 horas de luz!), o clima é mais estável, as temperaturas são amenas durante o dia e as chances de céu azul e vistas cristalinas são muito maiores. É quando a Patagônia mostra sua face mais generosa.
Vamos passar sete dias completos imersos no famoso Circuito W, um dos trekkings mais icônicos do mundo. O roteiro inclui highlights imperdíveis: a Base das Torres, o grandioso Vale Francês e o majestoso Glaciar Grey, com o retorno emocionante de catamarã pelo Lago Pehoé até o porto de Pudeto.
Uma aula de geologia ao vivo
As Torres del Paine e os Cuernos del Paine são formações geológicas fascinantes, com cerca de 12 milhões de anos. Elas surgiram quando magma intrudiu camadas de rochas sedimentares, formando um lacólito de granito. A erosão glacial e o tempo esculpiram o contraste impressionante: a base clara de granito e o topo escuro das rochas sedimentares remanescentes — especialmente visível nos Cuernos, que parecem “chifres” coroando as montanhas.
Caminhar ali é como folhear as páginas da história da Terra. Cada passo revela a força dos glaciares que moldaram esse vale durante milhares de anos.
Não é cartão-postal, é imersão total
Aqui não se trata de olhar de longe. Vamos entrar no cartão-postal. Vamos sentir o vento patagônico forte no rosto, ouvir o barulho das pedras sob os pés, respirar o ar puro e gelado e vivenciar a grandiosidade da natureza de perto. O Circuito W é feito para quem quer se conectar profundamente com o lugar.
Lagos que parecem irreais e uma fauna rica
Durante o percurso, cruzaremos lagos de tons esmeralda, turquesa e azul-leitoso que parecem editados. Essa cor surreal vem da “farinha de rocha” (rock flour) — partículas finíssimas de sedimentos moídos pelos glaciares que ficam suspensas na água e refletem a luz de forma mágica.
Na fauna, é comum avistar guanacos em grupos pastando tranquilamente, o raro huemul (cervo andino, símbolo do parque) e, com muita sorte, sinais ou até o encontro com o puma, o grande predador da região. A biodiversidade aqui é um lembrete constante da importância de preservar esses ecossistemas frágeis.
Conforto e segurança na trilha
Para que você foque apenas em viver a experiência, o roteiro inclui:
- Todas as refeições (café da manhã reforçado, piquenique para o dia e jantares deliciosos e energéticos);
- Barraca, isolante térmico e saco de dormir de qualidade;
- Suporte completo de guias experientes.
Você só precisa trazer sua mochila com o essencial: roupas em camadas, botas já amaciadas, bastões de caminhada e uma boa dose de disposição e curiosidade. Com nossa experiência em grupos heterogêneos, garantimos que ninguém fique para trás.
Conhecer para preservar
Torres del Paine tem uma natureza extremamente sensível. O número de visitantes é controlado e as regras de mínimo impacto são rigorosas. Quanto mais conhecemos esse paraíso, mais aprendemos a respeitá-lo e preservá-lo. Viajar assim é também um ato de consciência ambiental.
Momentos que marcam para sempre
- Base das Torres: A primeira vez que a gente chega na Base das Torres é difícil explicar. Depois de horas caminhando, aquela parede de granito aparece na nossa frente. Valeu cada passo.
- Vale Francês: Dentro do Vale Francês a sensação é de estar dentro de um anfiteatro gigante. As montanhas parecem abraçar a gente. Um dos trechos mais bonitos do Circuito W.
- Glaciar Grey: Chegar na frente do Glaciar Grey é impressionante. Aquela parede de gelo azul de dezenas de metros de altura não sai da cabeça. Foto não faz justiça.
- Lagos de cor surreal: Vocês acreditam que esse azul existe de verdade? Os lagos de Torres del Paine parecem editados.
- Guanacos: É impossível não amar os guanacos. A gente via eles o tempo todo, pastando tranquilamente como se a gente nem existisse.
- O Puma (esse vai bombar!): Quando a gente menos espera… Encontrei esse puma caminhando tranquilamente na trilha. Fiquei parada, ele me olhou por alguns segundos e seguiu seu caminho. Um dos momentos mais incríveis da minha vida.
- Volta de barco – Lago Pehoé: A travessia de catamarã pelo Lago Pehoé, de Paine Grande até o porto de Pudeto, é simplesmente inesquecível. Enquanto o barco desliza, a gente vai vendo tudo que viveu nos últimos dias passar diante dos olhos. É uma explosão de sentimentos — cansaço, gratidão e emoção misturados. Levo esse momento pro resto da vida.
Quer viver essa experiência comigo?
Essa é uma oportunidade rara de fazer o Circuito W com grupo pequeno, acompanhamento especializado e todo o conforto necessário para aproveitar ao máximo.
Todas as informações completas do roteiro, valores, o que está incluso e requisitos estão no site anawanke.com. Em caso de dúvida, me chame diretamente no WhatsApp — o número está lá no site.
Durante a viagem vamos postar vídeos e fotos todos os dias nos Stories com o nome WankFlix! É o nosso “Netflix da viagem” 😂
Me segue no Instagram @ana_wanke para acompanhar tudo em tempo real e não perder nenhuma novidade.
Bom Caminho! Nos vemos nas Torres del Paine em janeiro de 2027.


